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ISSN: 2310-2799

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Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Moretzsohn, Sylvia Debossan
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
RESUMO Este artigo traça um breve quadro do contexto político em que emergiram as manifestações de junho de 2013 no Brasil e aponta a relevância da questão do cotidiano para uma análise mais abrangente. Concentra-se na discussão sobre o papel da internet na mobilização da população e na atuação de grupos de midiativistas que surgiram ou se consolidaram nesse período. Critica a perspectiva da “ação direta”, reitera a importância da mediação jornalística para o esclarecimento do público e a necessidade da abertura ao contraditório para o convívio democrático.Palavras-chave: Manifestações; Internet; Cotidiano; Midiativismo; Jornalismo.ABSTRACT This article provides a brief background of the political context in which the events of June 2013 emerged in Brazil and highlights the relevance of the question of everyday life for a more comprehensive analysis. It focuses the discussion on the role of internet in mobilizing the population and the activity of midiactivists groups which have arisen or been consolidated in this period. It also criticizes the prospect of "direct action", and reiterates the importance of journalistic mediation to inform the public and the need for openness to contradictory points of view to build a democratic society.Keywords: Demonstrations; Internet; Everyday life; Mediactivism; Journalism.
Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Maciel, Maria Lucia; Albagli, Sarita
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)

Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Siqueira Bolaño, César Ricardo; Barreto, Helena Martins do Rêgo; Siqueira Bolaño, César Ricardo; Barreto, Helena Martins do Rêgo; Rivero, Ezequiel Alexander; Siqueira Bolaño, César Ricardo; Barreto, Helena Martins do Rêgo
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
Este artigo analisa as respostas políticas da União Europeia (UE) e da China diante da hegemonia dos Estados Unidos da América (EUA) sobre as infraestruturas que sustentam os sistemas de comunicação social, consolidadas por meio da digitalização, da privatização da internet e da concentração do mercado global de plataformas, problematizando a relação com a soberania digital como condição para a adoção de políticas de desenvolvimento autônomo, no plano tanto cultural quanto tecnológico. A partir da discussão dos dois casos, busca extrair lições úteis para a construção de políticas soberanas no Brasil. Metodologicamente, trata-se de uma análise comparativa baseada em uma extensa revisão bibliográfica teórica e da casuística referente aos casos de estudo, inserindo-se no projeto de pesquisa “A governança econômica das redes digitais: para uma análise dos mercados e da concorrência da internet e seus impactos sobre os direitos dos usuários”. As conclusões indicam que o modelo estadunidense moldou a arquitetura global da internet, estabelecendo um marco normativo as qual os outros países tiveram de adaptar ou desafiar. Enquanto a UE busca mitigar a concentração do mercado por meio do estímulo à digitalização e das regulações com ênfase nos direitos individuais, sem alterar estruturalmente sua dependência tecnológica, a China optou por um modelo de soberania digital, fortalecendo infraestruturas próprias e empresas nacionais a partir de definições do Estado. O estudo destaca que a crescente preocupação global com a plataformização da internet pode trazer novos desafios ao paradigma estadunidense. Argumenta-se que países como o Brasil devem analisar criticamente esses dois modelos e considerar estratégias próprias e de articulação regional, com vistas a garantir maior autonomia tecnológica no século XXI. 
Año: 2025
ISSN: 1808-3536
de Morais Maria, Isadora; de Brito Dias, Rafael; dos Reis Perón , Alcides Eduardo; Gibertini, Pietro
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
Os últimos anos tem se caracterizado por avanços tecnológicos transformadores. A disputa sino-americana a fim de dominar a tecnologia 5G é evidente, e essa discussão envolve aspectos como soberania digital, segurança e questões geopolíticas. Posto isso, a soberania digital é um elemento cirúrgico para as nações no atual panorama. Se por um lado, os EUA se preocupam com possíveis ciberataques, inteligência chinesa e o desenvolvimento das infraestruturas digitais orientais, por outro, a China foca em nichos variados no ambiente virtual, representando uma ameaça para as plataformas e infraestruturas ocidentais. Contudo, é importante enfatizar que o Brasil se faz presente nessa discussão, visto que tenta harmonizar na balança, o peso de equilibrar interesses e diretrizes estadunidenses, ao mesmo tempo em que expande parcerias com a China a fim de alavancar a infraestrutura digital nacional. Assim, com esse jogo sino-americano posto em evidência sobre as infraestruturas digitais de 5G, além da Internet das Coisas (IoT), surge, então, a pertinência de desenvolver uma autonomia tecnológica nacional. Para esse avanço fluir, o Brasil deve trilhar um percurso voltado à produção nacional de tecnologia, cooperação entre universidade e empresas, e forte base legal, a fim de gerar um ambiente cibernético sustentável e competitivo.
Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Cruz, Luana Teixeira de Souza; da Costa, Verônica; Cruz, Luana Teixeira de Souza; da Costa, Verônica; Cruz, Luana Teixeira de Souza; da Costa, Verônica
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
Existe uma complexa interação entre a circulação do conhecimento científico e as dinâmicas de plataformas online, que influenciam os modos como periódicos e seus artigos podem ser encontrados e citados. Este estudo tem como objetivo discutir os desafios das mediações sociotécnicas de plataformas como o Google e a interferência desse processo de mediação nos fluxos informacionais de periódicos científicos. Para isso, coletamos, por meio de ferramentas de web analytics, métricas de tráfego online de artigos científicos de um periódico de acesso aberto da área de Comunicação e Informação, editado em co-gestão por duas universidades brasileiras. Analisamos cinco parâmetros de audiência e, como resultados, vimos que temas específicos, associados a figuras públicas e a assuntos que costumam ter alto padrão de busca, como a pornografia, impactaram significativamente as métricas de acesso de textos do periódico em análise. Essa dinâmica de circulação só aconteceu porque a visibilidade da produção científica da revista estudada é atravessada por lógicas de ranqueamento do Google. Portanto, a influência dessa plataforma na produção do conhecimento, se coloca como uma dificuldade na busca pela soberania epistêmica, pois escancara a penetração da infraestrutura privada de uma Big Tech na visibilidade da produção científica brasileira.
Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Moreno Marques, Rodrigo; Sousa de Oliveira, Vinícius; Moreno Marques, Rodrigo; Sousa de Oliveira, Vinícius; Moreno Marques, Rodrigo; Sousa de Oliveira, Vinícius
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa em andamento, cujo objetivo geral é caracterizar o atual setor de data centers no Brasil. Os objetivos específicos são: (i) identificar quais empresas atuam no setor de data centers no Brasil; (ii) apontar a origem do capital das empresas identificadas; e (iii) mapear a distribuição dos data centers entre as empresas que compõem esse setor no Brasil. Justifica-se a investigação pelo fato de os data centers, cada vez mais, se tornarem elementos-chave da infraestrutura necessária para a constituição de três tipos de soberania nacional: tecnológica, digital e de dados. Esta pesquisa combina análise documental de estudos governamentais (ABDI e Anatel) e dados secundários do Ministério do Trabalho e Emprego. Adicionalmente, a investigação emprega a ferramenta online Data Center Map para mapear a distribuição e o controle dos data centers. Os resultados revelam que 69% dos data centers no Brasil são controlados por 16 empresas, sendo 14 delas multinacionais, evidenciando uma profunda dependência de prestadores de serviços externos e de componentes tecnológicos importados. Essa dependência reforça a necessidade de políticas públicas que promovam a autonomia tecnológica, a criação de data centers nacionais e a regulação do setor, visando a fortalecer a soberania digital do Brasil.
Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Roselino, José Eduardo; Diegues, Antônio Carlos; Roselino, José Eduardo; Diegues, Antônio Carlos; Roselino, José Eduardo; Diegues, Antônio Carlos
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
This paper investigates the explanatory factors underpinning the involvement of Chinese big tech companies in projects aligned with strategic national objectives established by the Chinese State, both domestically and internationally. The analysis begins with the observation that the Chinese context presents unique characteristics in two key respects: it has fostered the emergence of national market players with the capacity to challenge globally established monopolies; and it reveals corporate behavior that extends beyond models focused solely on the extraction of rent from intellectual monopolies. This study aims to characterize the initiatives undertaken by Chinese big tech that demonstrate alignment with state-defined objectives, while proposing that the relationship between these private entities and the power of the state can be understood as one of “symbiotic tension.”
Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Araujo, Mayara; Mendes, Aline; Araujo, Mayara; Mendes, Aline; Araujo, Mayara; Mendes, Aline
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
 O artigo examina a cibersegurança como fator estratégico de soberania nacional, comparando as perspectivas do Brasil e da China. Discute-se a ascensão das “guerras de informação” e a relevância crescente do ambiente cibernético nos conflitos contemporâneos, evidenciando como a segurança digital se tornou tema central em documentos de defesa. Metodologicamente, adota-se uma abordagem descritivo-comparativa, com base na análise do Livro Branco de Defesa da China (2023) e do Brasil (2020). Enquanto a China lida com questões relacionadas ao ciberespaço através de um sólido arcabouço jurídico, alinhado ao fortalecimento do Estado e ao desenvolvimento nacional, o Brasil trata a segurança cibernética como um domínio do Exército, focando em ameaças a infraestruturas digitais nacionais, sem sustentar maiores conexões com o desenvolvimento nacional.  
Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Silveira, Sergio Amadeu da; Xiong, Jeff; Silveira, Sergio Amadeu da; Xiong, Jeff; Silveira, Sergio Amadeu da; Xiong, Jeff
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
O texto aborda o conceito de soberania digital, descrevendo-o como a capacidade de uma sociedade e Estado de controlar e governar tecnologias essenciais para autodeterminação, proteção de direitos, inventividade e desenvolvimento. Introduz o Índice de Soberania Digital, um sistema para medir a independência de um país em quatro áreas principais: dados, infraestrutura digital, governança digital e capacidade digital. Propõe a necessidade de coordenação tecnológica com estratégias nacionais e maior investimento no setor digital, comparando os casos de sucesso da China e dos Estados Unidos. A conclusão destaca a fragilidade do Brasil em alcançar a soberania digital e propõe a cooperação com outras nações, como a China, para reduzir dependência tecnológica. 
Año: 2025
ISSN: 1808-3536
Shen, Yi; Zhang , Shuyan; Torquato Oliveira, Ingrid; Shen, Yi; Zhang , Shuyan; Torquato Oliveira, Ingrid; Shen, Yi; Zhang , Shuyan; Torquato Oliveira, Ingrid
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
Information Integrity has become one of the most important subjects of cybersecurity. China is one of the pioneers into proposing the concepts of cyber sovereignty and digital sovereignty, to balancing the contradictions between national security and the development of the digital economic. On the one hand, China is committed to building an equal and orderly cross-border data transmission pattern. While on the other hand, China is also committed to dealing with the risks of disinformation to sovereignty and people’s security. This paper introduces China’s practical experience in data security governance and analyzes China’s role in BRICS cybersecurity cooperation.

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